Jorge de Sena nasceu em Lisboa, a 2 de Novembro de 1919, e faleceu em Santa Barbara, na Califórnia, a 4 de Junho de 1978. É hoje considerado um dos grandes poetas de língua portuguesa e uma das figuras centrais da cultura do século XX.
O Grupo Poético de Aveiro irá evocar a obra poética de Jorge de Sena, no dia 7 de Novembro pelas 18h00, no espaço da Livraria Buchholz Aveiro (Praça Marquês de Pombal). Será uma tertúlia onde todos poderão intervir.
Contamos com a Vossa participação.
Abraços
A Direcção do GPA
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
terça-feira, 22 de Setembro de 2009
segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

O Grupo Poético de Aveiro faz da leitura dos poemas de José Afonso a sua homenagem ao trovador da inquietação, nascido nesta cidade.Depois da comemoração de 2 Agosto no CETA, a nossa Associação continua a celebrar a memória do poeta cantor.
No dia 12 de Setembro, numa acção de parceria com a Livraria Buchholz, o Grupo Poético de Aveiro espalhou pela cidade a poesia de José Afonso. O feitiço da ria, das luzes, dos moliceiros e o calor das vozes criaram um ambiente poético que os participantes e espectadores nunca irão esquecer.
Continuamos a festejar o poeta da liberdade.
Todos os dias.
(Fotos de Teresa Soares)
quinta-feira, 6 de Agosto de 2009
Em cada esquina um amigo - José Afonso 80 anos


No dia 2 de Agosto, o Grupo Poético de Aveiro, em parceria com o CETA e com a colaboração da Livraria Buchholz Aveiro, organizou um espectáculo de homenagem a José Afonso. O público encheu por completo o auditório do CETA, havendo necessidade de abrir as portas para que na rua também se escutasse a poesia e o canto, a magia e a festa que foi celebrar José Afonso.Agradecemos a todos os que contribuiram para que este espectáculo fosse possível e ao público que participou activamente na festa, entoando em coro as canções de José Afonso.
Participantes:
Apresentação de José Afonso - António Morais (CETA)
Leitura de poemas (Grupo Poético de Aveiro)
António Luís Oliveira
José Jerónimo Ferreira
Orlando Jorge Figueiredo
Rita Capucho
Rosário Relva
Cantores e músicos:
Rui Oliveira
Sérgio Pericão
Victor Almeida e Silva
Carlos Jesus (guitarra de Coimbra)
Paulo Larguesa (viola)
Fotografias
Júlio Lemos
MFR
sábado, 1 de Agosto de 2009
Em cada esquina um amigo - José Afonso 80 anos

Comemorar José Afonso, um imperativo de liberdadeJosé Afonso nasceu em Aveiro, em 2 de Agosto de 1929. Há oitenta anos! Se o seu nome não é apenas património da nossa cidade, a nós Aveirenses cabe-nos uma responsabilidade maior na evocação e defesa do seu legado de liberdade. Aqui viveu «numa espécie de paraíso». Daqui partiu o «grande trovador moderno», como lhe chamou Manuel Alegre, para unir os «filhos da madrugada» numa roda de utopia, de esperança e alegria, para mobilizar e dar voz a todos os que sonham e lutam no dia-a-dia por um mundo livre, justo e solidário.
Porque uma comemoração é uma comunhão, porque comemorar é lembrar em conjunto, o Grupo Poético de Aveiro (GPA) e o Círculo Experimental de Teatro de Aveiro (CETA) quiseram dar início às comemorações do 80.º aniversário do poeta-cantor de Grândola Vila Morena, em Aveiro, com um espectáculo de poesia e canto capaz de unir todos, novos e velhos, homens e mulheres, em torno da sua obra poético-musical.
Comemoração e festa! É de festa, de celebração que falamos, não obstante as inúmeras dificuldades e incertezas do presente. Ou até por isso. Celebremos o poeta, o cantor, o compositor, o intérprete de grande sensibilidade que foi José Afonso. Festejemos a «inconfundível qualidade da sua voz». Festejemos José Afonso, o «trovador da inquietação», no dizer de Carlos do Carmo. Celebremos o companheiro, o cidadão, o amigo que veio por bem. Festejemos e demos as mãos em defesa do seu legado, que é feito de ternura e subversão, de liberdade e rebeldia, de contínuo aperfeiçoamento, de inconformismo com as injustiças e opressões dos senhores do mundo, de recusa do dogmatismo e do paternalismo, de desprezo pela intriga e pela inveja.
Aproveitemos esta efeméride para conhecer melhor a obra de José Afonso como desafio para nos conhecermos melhor a nós mesmos. Ao longo de mais de 30 anos de actividade, José Afonso gravou 28 discos, abarcando vários géneros, do “fado de Coimbra” à “canção popular”, da “balada” à “canção de intervenção”. A obra de José Afonso — em boa medida ainda desconhecida — é referência natural para inúmeras bandas, músicos e escritores de canções dos nossos dias. Todavia, como afirma José Mário Branco, noutro contexto, «este tesouro» «teria sido um grande nome mundial da canção».
CETA e GPA com o apoio da Livraria Buchholz Aveiro
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